segunda-feira, 27 de agosto de 2012
1º FEEAL 2012 - Festival de Escalada Esportiva de Alagoas.
O Escalacaju esteve presente no dia 18 deste mês no 1º FEEAL (Festival de Escalada Esportiva de Alagoas) 2012, o primero festival de escalada de Alagoas que aconteceu na cidade de Dois Riachos-AL. A nossa participação foi positiva pois na categoria Master o Hamilton ficou em primeiro lugar e o Ramon em segundo. As meninas ficaram bem representadas pela Adriana que nos honrou com um segundo lugar.
Contudo o mais importante foi a confraternização e integração entre os integrantes do Escalacaju e o pessoal do Cactus Escalada, Renato, Samuel, Everson, ...
A região também possui excelentes boulders, nos quais pudemos brincar na tarde antes da competição.
Por fim, ficou nosso convite para que o grupo Cactus escalada venha para Sergipe conhecer a Pedra da Arara e a vias do local.
Abaixo, mais algumas fotos do evento.
- Facebook do Evento
sábado, 11 de agosto de 2012
Escalacaju em Itatim-BA
Após algumas incertezas, consegui convercer o Heitor e o Odorico de irem escalar comigo em Itatim-BA nos dia 4 e 5 de agosto. Ambos não conheciam o local. No sábado estivemos na face norte do Morro da Toca onde "esquentamos" na Espinho (5) para depois entrar na Xique-Xique (6sup) e Cascavel (7a).
No domingo pela manhã, fomos conhecer a face sul do Morro da Toca. Escalar na sombra é sempre uma boa pedida. Perdemos um pouco de tempo para chegar ao plato que dá acesso as vias. Com o tempo escasso, fizemos apenas uma via. Só depois no carro olhando o croqui das vias é que constatamos que na pior das hipóteses, a via escada era uma 7b. Uma via muito bem aberta com as costuras no lugar certo.
Já está combinado, na próxima vamos para o Setor da Jararaca.
Na primeira foto, Emerson e Odorico. Na terceira e quarta fotos o Heitor na via 7c face sul Morro da Toca
No domingo pela manhã, fomos conhecer a face sul do Morro da Toca. Escalar na sombra é sempre uma boa pedida. Perdemos um pouco de tempo para chegar ao plato que dá acesso as vias. Com o tempo escasso, fizemos apenas uma via. Só depois no carro olhando o croqui das vias é que constatamos que na pior das hipóteses, a via escada era uma 7b. Uma via muito bem aberta com as costuras no lugar certo.
Já está combinado, na próxima vamos para o Setor da Jararaca.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Trip do Hamilton na Espanha
No dia de 5 julho às 0830h, depois de perder a hora, fui acordado pelo meu amigo e antigo parceiro de escalada desde 1995, Pedrinho, para irmos a Montserrat dar uma aclimatada depois de eu chegar à Barcelona na tarde do dia anterior. A previsão do tempo era de chuva para o período da tarde, mas, fominha de pedra que somos, pagamos para ver. O dia estava nublando e, mesmo assim, saímos.
O objetivo era escalar em Montserrat, point com mais de 4000 vias a 30min de carro de Barcelona, a via Perz-Verges na Agulha Cavall Bernat , sem dúvida, o ícone do local. A via tem cerca de 160m e foi reequipada em 1990 para ser feita em livre.
Apertamos ainda mais o ritmo nas duas últimas enfiadas para evitar a chuva que se aproximava.
A rocha de Montserrat é o conglomerado e precisei de um tempo para me adaptar. Proteções longas, vários tipos de pedra juntas, pegadas altamente variadas (para não dizer inexistentes à primeira vista), buracos sem pegas e o risco contínuo de uma agarra sair na sua mão. Psicológico puro hehehe. O cume é sensacional e dele é possível visualizar todo o vale e as agulhas vizinhas, conforme é possível verificar nas fotos.
Para saber mais:
http://www.summitpost.org/montserrat/240731
http://www.youtube.com/watch?v=Ywu06yAW6B0
O objetivo era escalar em Montserrat, point com mais de 4000 vias a 30min de carro de Barcelona, a via Perz-Verges na Agulha Cavall Bernat , sem dúvida, o ícone do local. A via tem cerca de 160m e foi reequipada em 1990 para ser feita em livre.
Apertamos ainda mais o ritmo nas duas últimas enfiadas para evitar a chuva que se aproximava.
A rocha de Montserrat é o conglomerado e precisei de um tempo para me adaptar. Proteções longas, vários tipos de pedra juntas, pegadas altamente variadas (para não dizer inexistentes à primeira vista), buracos sem pegas e o risco contínuo de uma agarra sair na sua mão. Psicológico puro hehehe. O cume é sensacional e dele é possível visualizar todo o vale e as agulhas vizinhas, conforme é possível verificar nas fotos.
Para saber mais:
http://www.summitpost.org/montserrat/240731
http://www.youtube.com/watch?v=Ywu06yAW6B0
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O velho montanhista
Quem se acha velho deve começar a repensar seus paradigmas.
Esta matéria saiu a mais ou menos 3 anos atrás. Pelo que
pesquisei, ainda hoje, Fred Beckey continua escalando.
Esta matéria saiu a mais ou menos 3 anos atrás. Pelo que
pesquisei, ainda hoje, Fred Beckey continua escalando.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Croqui Setor das Fissuras - Continuação.
Mais um croqui da continuação do setor das fissuras. Esse outro lado do setor das fissuras conta com mais essas 3 vias e mais uma nova criada recentemente (Bombástica cotada em 8º grau), essa última não estando nesse croqui. O setor das fissuras foi o primeiro setor a ser trabalhado no point das Araras. Aos poucos vamos adicionando os croquis dos outros setores.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Escalacaju Expeditions.
No último dia 7 de junho, o escalacaju esteve numa missão exploratória para averiguar a viabilidade de escalada em novos lugares no estado de Sergipe. Desta vez estivemos na região do Canindé de São Francisco, nas cidades de Poço Redondo e Curituba.
A primeira parada foi em Poço Redondo, a partir de onde andamos mais 20 km em estrada de terra chegando quase na divisa com o estado da Bahia. Lá existe uma parede de granito pobre em agarras e um pouco lisa de uns 70 metros de comprimento e talvez uns 30 metros de altura. O acesso é fácil pois a caminhada até a parede é de 5 minutos. A estimativa é de que há a possibilidade de abertura de umas 10 linhas com dificuldade variada podendo chegar a 9 grau. O local não empolgou muito a galera.
Os boulders da região são muito baixo e os poucos são interessantes e não justificam o esforço de subir o morro debaixo de um sol escaldante e muito menos os 20 km de estrada de terra.
A próxima parada foi na cidade de Curituba e região. Na praça falamos com o sinhozinho que nos deu umas dicas de onde encontrar as pedras. Ele disse que o pessoal das universidades vem para região a procura de pedras. Infelizmente não encontramos nada que valesse a pena.
No final do dia fomos premiados com a descoberta de um lugar perfeito. Mas essa outra história vamos deixar pra contar numa próxima materia.
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