terça-feira, 26 de julho de 2016

Inauguração do muro no Calçadão da Praia Formosa


O novo espaço de esporte e lazer de Aracaju, o Calçadão da Praia Formosa, conta com um muro de treino de escalada que certamente irá despertar a curiosidade da garotada pela prática do esporte. No dia inauguração, 15 de julho, o grupo escalaCaju esteve presente para divulgar à comunidade, o grupo, suas atividades e fazer propaganda do esporte. 



 Galera reunida pra foto.


 Trocando uma idéia.


e filosofando.

  

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O bonde do feriado de Tiradentes.



Na última quinta-feira, feriado de Tiradentes, o bonde destinado ao climb foi grande e diferenciado! A Arara estava crowdeada, e pelas mulheres! O bonde das mulheres foi bem maior, representativo e animado.





Clara, Kenia, Carla, Sayuri e Adriana



Setor das Fissuras crowdeado



Adriana na Arara Amandinha


Sayuri na Arara Amandinha


Além do ótimo crowd das meninas na rocha, rolou mais um cadena na via Sem Saída por Gabriel e mais uma nova e linda via aberta no setor dos negativos e certamente um oitavo duro!




Gabriel a caminho da cadena da Sem Saída 8a br



Breve o guia terá atualização dessa e mais outra via aberta recentemente no setor das fissuras por Emerson, Tilak e Gabriel chamada de Diedro da gota d'agua, provavelmente um sétimo.




Introdução Sexual, um oitavo duro




Ramon na função da Introdução Sexual




Fotos: Carla Clisiane, Ramon Ribeiro e Gabriel
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sábado, 16 de abril de 2016

Paródia do mito do Dia da Criação na escalada

Em Santana do Ipanema,
na Pedra Branca,
no feriado da sexta-feira da Paixão.


Primeiro fez-se a luz (do flash e do headlamp)


no segundo item, foi criado o céu e a rocha.


por terceiro, a água e a sombra


por quarto as árvores e o momento de recompor as energias e o lanche



em quinto, o planejamento das vias ...


quase lá, no sexto posto os escaladores foram criados


e por fim, em sétima lugar, o merecido descanso!!!


sexta-feira, 18 de março de 2016

Serpentes Peçonhentas / Acidentes ofídicos no Brasil.




Para quem sempre está envolvido com atividades outdoor ou áreas remotas é de fundamental importância está conectado e conhecer mais sobre este assunto, sobre as serpentes que aqui existem.

Link disponibilizado pela editora, você pode acessar o livro didático Serpentes Peçonhentas de Paulo Sergio Bernarde.


Só clicar e folhear no link abaixo.

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https://issuu.com/nipanga/docs/serpentes_pe__onhentas_isuu3/1



quarta-feira, 16 de março de 2016

Feriado de carnaval e mais vias em Santana do Ipanema-AL

Durante o feriado de carnaval estivemos em Santana do Ipanema/Alagoas pra produzir algumas novas vias junto a Samuel e Henrique, e assim contribuir no desenvolvimento da escalada em Alagoas e para o próximo EENE em Alagoas que está por vir.

Acompanhe na integra o relato e os trabalhos na matéria do site Encontro Escaladores do Nordeste.

terça-feira, 1 de março de 2016

Escapadinhas para Alagoas...



Como eh de costume, final de ano... rola aquela pausa nas publicações do blog... mas a escalada continua.

Fizemos algumas escaladas na Arara e algumas investidas em Alagoas, estivemos na Serra da Camonga em Santana do Ipanema para o encontro de escalada de 2015 e assistir a palestra do nosso amigo Ary.

Para quem ainda não sabe Santana do Ipanema será o palco do próximo Encontro de Escaladores do Nordeste 2016. Aproveitei para dar uma passadinha no Serrote do Vento em Estrela de Alagoas para mostrar ao Ramon alguns projetos inacabados e tentar convencê-lo de participar. Assim marcamos para retornar no inicio do ano, provavelmente Janeiro para abrir algumas esportivas e finalizar um projeto de uma via tradicional.




Então, no final de ano Emerson, Ramon e eu (Odorico), dia 26 de Dezembro, meio sem planos, pois a pretensão era ir pra Itatim, de última hora as coisas mudaram e acabamos alterando a trip pra Alagoas.


Chegando ao Serrote começamos os trabalhos em uma parede que fica de frente para a estrada e possui o acesso mais fácil, face norte (sombra a tarde), abrimos a primeira via pra ver como ficava, malhamos e deixamos pra terminar no dia seguinte.







A noite uma bela lua ajudou a embalar o descanso, no dia seguinte com as baterias renovadas voltamos a parede e finalizamos a primeira via, batizada de Transamazônica (6o sup - 30m), uma via bem legal de regletes na saída depois vai ajudando, melhorando até virar agarras boas até o final, lembra um pouco em inclinação e tamanho de agarras as vias da toca norte em Itatim.

A tarde abrimos mais duas vias ao lado direito da primeira, sendo a Transnordestina (7a - 30m) no mesmo estilo da primeira porém mais geniosa e a Transmolezinha (4sup - 28m) essa sim um passeio.







No terceiro dia após finalizarmos as proteções das 3 vias já não estávamos mais com a mesma energia... e resolvemos descansar para no dia seguinte olhar o projeto tradicional que havíamos visualizado na trip anterior.








Quarto dia seguimos com o material para a face sudeste onde chegamos na base da via que fica uns 20 metros a esquerda da Meu primeiro abandono, Emerson arrumou os equipos e entrou na conquista por uma fenda que estava cheia de mato. No momento era a única opção,  uma arvore aqui, um arbusto ali, uma peça, outra arvore, perdi ele de vista... assim foi até que parou e gritou, "pode vir". 











Dali mais uma esticada por mais mato até chegar na base da fenda que havíamos planejado, depois de 45 metros. Emerson montou a parada em móveis para a seg e entrou na fenda, após uns 10 metros ele gritou "Cheguei na parada, mas acabou a fenda". Assim nossa empreitada acabou terminando mais cedo, ninguém estava com disposição para seguir com a conquista em fixo, então acabou ficando para ser finalizada em uma próxima oportunidade.


Claro que em homenagem a natureza abundante da fenda o nome da via ainda inacabada ficou "Trepa-mato Tradicional" IIIo - 60 m.





Na saída ao dar a volta pelo morro visualizamos bons blocos pra boulders e algumas paredes boas pra esportivas na parte sul, mas isso já será historia pra uma próxima trip... em breve.




A lista de vias e croquis do Serrote pode ser visualizada no http://27crags.com/crags/serrote-do-vento


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

De olho nas costuras!


Hoje minha intenção é mudar um pouco do foco em trips de conquistas, escaladas e explorações; e falar de um tema que certamente muitos já ouviram falar mas não se aprofundaram no assunto.

Estou falando de três aspectos sobre as costuras:
- Diferença entre mosquetões
- Qual a posição dos mosquetões na costura.
- Qual a orientação da corda na costura.


1) Diferença entre mosquetões



Primeiramente, chamo atenção que algumas costuras não diferenciam os mosquetões que vão na proteção (chapeletas, grampos), dos mosquetões que vão na corda. Contudo a maioria dos fabricantes, monta suas costuras de forma que o mosquetão da corda seja diferente do mosquetão da proteção. Alguns deles são diferenciados pela cor apenas, outros pelo formato (mosquetão curvo vai na corda) ou as vezes por ambos. 

Este procedimento tem uma razão, o mosquetão que é colocado nas proteções de metal, como chapeletas e grampos, sofre com o desgaste do atrito do metal contra o metal, o que cria irregularidades nas superfícies. O mosquetão que recebe a corda, na hora da costurada, deve estar ou ser o mais liso e polido possível uma vez que a corda irá correr por dentro dele em caso de queda. 


Se os mosquetões forem trocados, um dos principais riscos que o escalador corre, acontece quando as irregularidades e rebarbas criadas pelo atrito no mosquetão danificam a capa da corda, podendo abrir a capa da corda e em casos mais extremos, até mesmo cortar a corda. Abaixo um vídeo ilustrativo do fato descrito acima:


2) Qual a posição dos mosquetões na costura.





O segundo aspecto que gostaria de destacar é o motivo pelo os mosquetões das costuras devem ser mantidos sempre para o mesmo lado. Basicamente está  intimamente relacionado a ideia de que se a via segue para a direita, o gatilho do mosquetão da costura deve estar virado para esquerda e vice-versa. 
Deve ser feito desta forma, porque isso evita que o gatilho se abra quando a costura é puxada pela corda do escalador. 

Por exemplo, se o escalador vai para a direita, pode acontecer dele puxar a costura contra a parede. Neste caso, se o mosquetão está errado com o gatilho virado para direita, o gatilho pode bater na parede e se abrir permitindo que corda saia da costura, ou mesmo que a costura gire e se descosture do grampo.





Abaixo, um vídeo demonstrativo do que foi explicado acima. 




3) Qual a orientação da corda na costura.



A corda deve passar sempre pelo mosquetão curvo para fora da rocha.




Lembre-se de orientar a costura com o gatilho posicionado para o lado oposto ao que a linha da via irá seguir. 

Este é um ponto muito importante pois a orientação errada, no momento de uma queda pode ocasionar que a própria corda abra o gatilho do mosquetão saindo da proteção. 





Costuras torcidas também geram riscos durante a escalada veja na imagem abaixo.





Então resumindo:

1) Monte sempre suas costuras diferenciando os mosquetões que vão na corda dos mosquetões que vão as proteções.

2) Mantenha sempre os gatilhos dos mosquetões virados para o mesmo lado.

3) Posicione o gatilho oposto a linha da via.


Se você não entendeu os motivos de tais procedimentos, peça auxilio a um escalador mais experiente, faça um curso básico de escalada e tome estes procedimentos como regra para sua segurança!  

A escalada é um esporte de risco, faça um curso com um profissional. As informações contidas aqui não substituem a necessidade de um curso.  



Para maiores informações consulte algumas referências: